segunda-feira, 28 de maio de 2012

Práticas educacionais com o uso da tecnologia

       Esse vídeo apresenta um depoimento gravado no V Congresso Educarede, em Madrid, em novembro de 2009. Neste vídeo estudiosos da educação, como Beth Almeida e Rogério Costa, da PUC-SP, falam a respeito de práticas educacionais inovadoras baseadas no uso de novas tecnologias, voltadas ao trabalho com a cultural digital, por meio de um currículo escolar mais flexível, com uma sistematização do conhecimento preparada para auxiliar os alunos a entenderem os problemas atuais. O vídeo traz ainda depoimentos de educacores do Chile e do Principado de Astúrias, na Espanha, a respeito de práticas educacionais inovadoras baseadas no uso das tecnologias de informação e comunicação.


                                       fonte:  http://www.youtube.com/watch?v=LyrrPqsgGRA


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Alunos do 6º bloco de Letras - Inglês

Praticando atividades nas aulas de Novas tecnologias com a professora Mônica:

Esses são alguns de nós:













































O uso da televisão na educação

     
          As mídias na educação
Especialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
Texto do meu livro Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162-166.

“A simples introdução dos meios e das tecnologias na escola pode ser a forma mais enganosa de ocultar seus problemas de fundo sob a égide da modernização tecnológica. O desafio é como inserir na escola um ecossistema comunicativo que contemple ao mesmo tempo: experiências culturais heterogêneas, o entorno das novas tecnologias da informação e da comunicação, além de configurar o espaço educacional como um lugar onde o processo de aprendizagem conserve seu encanto”.
Jesús Martín Barbero [1]

As mídias educam
Estamos deslumbrados com o computador e a Internet na escola e vamos deixando de lado a televisão e o vídeo, como se já estivessem ultrapassados, não fossem mais tão importantes ou como se já dominássemos suas linguagens e sua utilização na educação.
A televisão, o cinema e o vídeo, CD ou DVD - os meios de comunicação audiovisuais - desempenham, indiretamente, um papel educacional relevante. Passam-nos continuamente informações, interpretadas; mostram-nos modelos de comportamento, ensinam-nos linguagens coloquiais e multimídia e privilegiam alguns valores em detrimento de outros.
 A informação e a forma de ver o mundo predominantes no Brasil provêm fundamentalmente da televisão. Ela alimenta e atualiza o universo sensorial, afetivo e ético que crianças e jovens – e grande parte dos adultos - levam a para sala de aula. Como a TV o faz de forma mais despretensiosa e sedutora, é muito mais difícil para o educador contrapor uma visão mais crítica, um universo mais  mais abstrato, complexo e na contra-mão da maioria como a escola se propõe a fazer.
A TV fala da vida, do presente, dos problemas afetivos - a fala da escola é muito distante e intelectualizada - e fala de forma impactante e sedutora - a escola, em geral, é mais cansativa, concorda?. O que tentamos contrapor na sala de aula, de forma desorganizada e monótona, aos modelos consumistas vigentes, a televisão, o cinema, as revistas de variedades e muitas páginas da Internet o desfazem nas horas seguintes. Nós mesmos como educadores e telespectadores sentimos na pele a esquizofrenia das visões contraditórias de mundo e das narrativas (formas de contar) tão diferentes dos meios de comunicação e da escola.
Precisamos, em conseqüência, estabelecer pontes efetivas entre educadores e meios de comunicação. Educar os educadores para que, junto com os seus alunos, compreendam melhor o fascinante processo de troca, de informação-ocultamento-sedução, os códigos polivalentes e suas mensagens. Educar para compreender melhor seu significado dentro da nossa sociedade, para ajudar na sua democratização, onde cada pessoa possa exercer integralmente a sua cidadania.
Em que níveis pode ser pensada a relação Comunicação, Meios de Comunicação e Escola? Entendemos que esta pode ser pensada em três níveis:
1.      organizacional
2.      de conteúdo
3.      comunicacional
- no nível organizacional: uma escola mais participativa, menos centralizadora, menos autoritária, mais adaptada a cada indivíduo. Para isso, é importante comparar o nível do discurso - do que se diz ou se escreve - com a práxis - com as efetivas expressões de participação.
- no nível de conteúdo: uma escola que fale mais da vida, dos problemas que afligem os jovens. Tem que preparar para o futuro, estando sintonizada com o presente. É importante buscar nos meios de comunicação abordagens do quotidiano e incorporá-las criteriosamente nas aulas.
- no nível comunicacional: conhecer e incorporar todas as linguagens e técnicas utilizadas pelo homem contemporâneo. Valorizar as linguagens audiovisuais, junto com as convencionais.
 fonte:  http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A educação em tempos de redes sociais

 Nossa profissão exige que estejamos sempre buscando atualizações e como professores de língua inglesa,podemos usar as redes sociais. Mas, como podemos tirar proveito de forma positiva em sala de aula?
No texto de José Moran fala acerca da postura do professor e das dificuldades:


Especialista em projetos de mudança na educação presencial e a distância
Diretor de Educação a Distância da Universidade Anhanguera-Uniderp

Com todos os recursos móveis e em rede, muitas questões nos desafiam como educadores:

1. O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.


2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.


3. As aulas não se resumem só aos momentos presenciais. Aumenta a integração com os ambientes digitais, com os ambientes colaborativos, com as tecnologias simples, fáceis, intuitivas.


4. Os espaços se multiplicam, mesmo sem sair do lugar (múltiplas atividades diferenciadas na mesma sala). O conteúdo pode ser disponibilizado digitalmente. Predominam as atividades em tempo real interessantes, desafios, jogos, comunicação com outros grupos.


5. Há uma exigência de maior planejamento pelo professor de atividades diferenciadas, focadas em experiências, em pesquisa, em colaboração, em desafios, jogos, múltiplas linguagens. Forte apoio de situações reais, de simulações.


6. Ganha importância maior a presença do aluno-monitor, que apóia os colegas e ajuda o professor, tanto nas atividades como nas orientações tecnológicas.


7 Aumenta a integração de ambientes digitais mais organizados (como o Moodle) com recursos mais abertos, personalizados, grupais, informais (web2.0) em todas as etapas de um curso. Para motivar, ilustrar, disponibilizar, pesquisar, interagir, produzir, publicar, avaliar com o envolvimento de todos.


8. Quanto mais tecnologias, maior a importância de profissionais competentes, confiáveis, humanos e criativos. A educação é um processo de profunda interação humana, com menos momentos presenciais tradicionais e múltiplas formas de orientar, motivar, acompanhar, avaliar.


9. É imenso – e mal explorado - o campo de inserção da escola na comunidade, de diálogo com pais, bairro, cidade, mundo, com atividades presenciais e digitais.


10. Podemos ter modelos de organização de aulas, atividades e de materiais formatados para todo o país. Só não podem ser aplicados ao pé da letra nem ficarmos reféns deles. Podem servir como roteiros de orientação dos alunos, personalizando-os, dando-lhes a nossa cara, indo além do que está previsto.


11. A educação continuada, permanente, para todos, formal e informal, presencial e a distância, abre imensos horizontes profissionais, metodológicos, mercadológicos, que mal vislumbramos ainda. Tudo está para ser feito, experimentado e reinventado de forma diferente. A educação pode ser o campo mais fértil da reinvenção, porque todas as pessoas, em todas as idades e condições, precisam desesperadamente de ajuda em múltiplos campos: da formação inicial à super-especializada.


12.
Diante de tantas mudanças, tudo o que fizermos para inovar na educação será pouco.
________________
Texto inspirado no meu livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 4ª ed., Campinas: Papirus, 2009. 

fonte:  http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Fique de olho nas novidades



O que é o iCloud?

É um serviço que transfere documentos e outros tipos de dado para servidores da Apple, criando uma cópia de segurança do conteúdo armazenado na máquina do usuário e atualizando automaticamente outros aparelhos do mesmo dono com as informações modificadas.
 
Quais as vantagens do iCloud?

A principal vantagem do iCloud é a sincronização automática de informações em diferentes dispositivos. Um contato de e-mail alterado no aplicativo Mail do iPhone, por exemplo, será automaticamente atualizado também no iPad e no aplicativo Mail do Macintosh.
Essa sincronização automática vale também para documentos criados no pacote iWork (Keynote, Pages, Numbers), fotos e música. Futuramente, qualquer empresa poderá criar um programa com o recurso de sincronização por meio do iCloud.

Quanto custa o iCloud? O que é preciso para usar o serviço?

O serviço é grátis e oferece 5 GB para armazenamento de documentos. Para usar o iCloud é necessário ter o iOS 5 em seu iPod, iPad ou iPhone. O iOS 5 deve ser lançado até setembro deste ano.

Fonte:tecnologia.ig.com.br/noticia/2011/06/06/o+que+e+icloud+10435850.html


Os podcasts, também chamados de podcastings, são arquivos de áudio transmitidos via internet. Neles, os internautas oferecem seleções de músicas ou falam sobre os mais variados assuntos exatamente como acontece nos blogs. A palavra que determina esta nova tecnologia surgiu da fusão de iPod (toca-MP3 da Apple) e broadcast (transmissão via rádio).

Para receber podcasts em seu computador, o usuário deve instalar um agregador de informação em seu micro. Atualmente, um dos mais populares é o software gratuito itunes da Apple, que atualiza os programas selecionados pelo usuário. 

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19678.shtml



                        SMART TABLE - INTERACTIVE LEARNING


Outra novidade, que infelizmente ainda vai demorar um pouco a chegar por aqui, é a Smart Table, de acordo com o site oficial:

"SMART Table is the first multitouch, multiuser interactive learning center that allows groups of early education students to work simultaneously on one surface. The center's interface is so intuitive that even young students can start using it without instruction."

Smart table foi desenvolvida para auxiliar o processo ensino aprendizagem dos alunos, pois podemos criar um vasto banco de atividades interativas, facilitando e enriquecendo as aulas.